Ipameri Sociedade Solidariedade

Loja Maçonica Paz e Amor IV completa 100 anos

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A loja maçonica Paz e Amor IV de Ipameri está em festa, comemorando 100 anos de existência e de serviços prestados à comunidade de Ipameri, ao estado de Goiás e a nação brasileira.

Nesta data importante haverá uma programação especial para marcar essa passagem do centenário. Com a inauguração de um obelisco, uma Sessão de homenagem na Câmara Municipal de Ipameri e uma comemoração nas dependências da Loja.

Este blog felicita a loja Maçonica Paz e Amor IV, aos seus membros e a comunidade de Ipameri.

História da loja de Ipameri:

HISTÓRICO DA LOJA MAÇÔNICA PAZ E AMOR IV 0948

A Loja Maçônica Paz e Amor IV nº 0948 de Ipameri GO, foi fundada em 02 de outubro de 1918 e instalada em 31/03/1919, naquela ocasião deslocaram uma caravana de Irmãos da Loja “União Araguarina” de Araguari – MG para proceder a instalação da Loja, iniciram os primeiros irmãos que iriam compor o quadro de obreiros: Clarimundo Francisco Naves Gomes Cruz, Juventino Ferreira Alves, José Skala, João Marques Rollo, Aziz Daher, Alexandre Firmino dos Reis e Henrique Balzani, que em seguida passou a residir em Ipameri, sendo um baluarte da nossa Loja, posteriormente venerável por diversos períodos. Os Irmãos citados filiaram à Loja recém criada, passando a membros honorários, criando assim condições de proceder as iniciações dos futuros obreiros da Loja.

Os primeiros maçons iniciados foram: Bourham Helou Ormidas de Carvalho, Elias Miguel Daher, Bechara Daher, João Calixto Merheb, João da Silva Oliveira, Tancredo de Noronha, Arthur Porto Filho e Pedro Nami.

Os primeiros Veneráveis: Henrique Balzani em 1919, Bourhan Helou em 1920 e Francisco de Faria em 1921. Participaram ativamente da ordem multiplicando a maçonaria em diversas localidades do Estado.


Antigo Templo da Loja Paz e Amor 0948


Antigo Templo da Loja Paz e Amor 0948

Foto de capa: atual fachada da Loja Maçonica de Ipameri

About the author

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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