Governo

Marconi não investiu na saúde, agora culpa Prefeituras por má avaliação

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Segundo auditoria do Tribunal de Contas, nos anos de 2014, 2015 e 2016, pelo menos, o governo de Perillo não aplicou o mínimo exigido pela lei em ações e serviços de saúde pública no Estado.
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Em defesa do cidadão
Em defesa do cidadão
Em audiência na CEI da Saúde da Câmara Municipal de Goiânia, realizada na última sesta-feira, 20, o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, atribuiu a má avaliação do seu governo, especialmente na área da saúde, à gestão municipal. O tucano defendeu seu legado na saúde e disse que a população tá confundindo saúde estadual com a municipal.
No entanto, Perillo não respondeu de forma categórica a acusação de que seu governo não aplicou o mínimo na saúde, exigência determinada pela Constituição Federal e pela Lei Complementar nº 141/2012 e que fixa que 12% sobre a receita própria do Estado deverá ser revertida em ações e serviços de saúde, que contemplem o princípio do acesso universal, gratuito e igualitário.
De acordo com relatório apresentado pelo vereador Paulo Daher (DEM), em 2016, por exemplo, esse percentual chegou a apenas 10,76% da receita apurada para aplicação na saúde e mais de R$ 190 milhões deixaram de ser aplicados na saúde pública.
Segundo Daher, os dados são do Tribunal de Contas do Estado. O vereador apresentou o relatório da Gerência de Controle de Contas do TCE, que prova que não houve a aplicação mínima na saúde por parte do governo de Goiás.
Para o vereador, autor do requerimento que convidou Marconi Perillo para a CEI, negar os dados oficiais do TCE e culpar a Prefeitura é a forma mais fácil de transferir responsabilidade e se livrar do problema. De acordo com Daher, quando o governo de Goiás optou por fechar as portas dos hospitais públicos para atendimentos de urgência e emergência houve uma transferência de pacientes para os Cais de Goiânia muito acima do suportado pela rede.
Fonte : Folha do Comércio – Jornal Fala Mais

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Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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