Religião

Equilíbrio, luz e caridade!

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Caridade é o amor em ação, aprendemos com o Apóstolo Paulo. Contudo, em nome da caridade, por vezes, cometemos algumas falhas. Por isso, é sempre bom considerar que é muito bom dar pão ao faminto. No entanto, não devemos esquecer a família. Aqueles que se encontram sob nossa guarda, merecem de nós toda a atenção e cuidados.

Distribuir o agasalho, cobrindo corpos desnudos, é cristão.  Mas em nome dessa ação, não podemos complicar a própria vida, criando problemas para nós e para os nossos afetos.

É sinal de caridade socorrer o doente, providenciando-lhe o remédio, o médico, o hospital. Auxiliar aquele que tem dificuldades de tratar com a burocracia para conseguir um tratamento prolongado ou um internamento que se faz urgente. Entretanto, não podemos esquecer de tratar de nossa própria saúde, consultar o médico quando algo nos desequilibra a organização física, submeter-nos a exames, tratamentos especializados, eventual cirurgia.

É excelente ajudar na instituição beneficente, doando horas a favor do próximo. No entanto, não podemos esquecer que a cada um de nós compete trabalhar para prover a própria subsistência e da família.

Quem não trabalha, se torna um peso que a sociedade deve arcar. A sociedade pode ser a parentela corporal, amigos ou instituições.

Se desejamos servir, lembremo-nos antes que a Divindade não nos pede a totalidade das horas, mas aquelas que possamos dispor e que são as do nosso descanso; do nosso lazer, sem prejuízo das que precisamos permanecer nas lidas profissionais, garantindo nosso sustento.

É importante direcionar recursos aos necessitados, colaborando com indivíduos ou instituições de beneficência. O que não devemos esquecer é de saldar as próprias dívidas.  Se assim não procedermos, estaremos prejudicando aos que trabalharam para nos ceder suas mercadorias ou seus serviços, e aguardam que cumpramos com nossos compromissos a fim de se sustentarem.

Importante visitar o lar infeliz pela viuvez, pela orfandade ou pela miséria, sem esquecer de cuidar do próprio lar. Dessa forma, amparemos o desorientado, mas conservemos a própria harmonia, não nos permitindo a perturbação por não conseguir resolver problemas alheios. Colaboremos na assistência social, mas respeitemos os próprios compromissos familiares, afetivos, profissionais. Façamos a caridade, mas não esqueçamos as próprias obrigações, quaisquer que elas sejam.

Lembremos que o bem é fator de equilíbrio entre o amor ao próximo e o amor a si mesmo.

Com base na mensagem Fator de equilíbrio, de André Luiz,  e no verbete Família de Joanna de  Angelis.

About the author

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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