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Anjo da família – Anna Gabriella

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Quando se espera um bebê sonhamos com todos os detalhes! “Quando ele vai andar”? “Qual será a sua primeira palavra”? “Pra quem será o seu primeiro sorriso”? ” Qual será sua brincadeira favorita?”. Fazemos muitos planos mas quem conduz nosso caminho é Deus, portanto quando recebemos o diagnóstico do Orlando (Paralisia cerebral) ele tinha 06 meses de vida. E vendo o meu desespero e do pai dele dentro daquela sala, o médico Neurologista (Dr. Paulo Ronaldo Jubé) disse: “Ele é muito novinho, apenas um bebê e terá toda chance de se desenvolver bem caso o tratamento seja iniciado imediatamente”. Nós nos apegamos a estes dizeres e assim vem sendo a nossa trajetória. Imediatamente ele começou os tratamentos na Associação Pestalozzi de Ipameri e também no Sarah Kubitscheck em Brasília-DF. A evolução do Orlando é clara e muito satisfatória! Entende tudo o que se passa em sua volta, ri, chora, balbucia algumas palavras, entende elogios, broncas e percebe quando estamos tristes ou preocupados. O mais difícil de lidar, sem dúvidas, é com o preconceito. A criança especial é amorosa, meiga e muito sensível. Merece toda atenção e nosso respeito. Não são doentes, problemáticos, anormais muito menos inválidos. São anjos nas vidas de suas famílias, as alegrias de suas casas e deixam lições de vida por onde passam. Eu tenho muito orgulho em ser escolhida por Deus para cuidar e amar o Orlando, poder chama-lo de “meu filho”, aprender com ele mais do que ensinar. É tudo que eu tenho e agradeço a Deus todos os dias por isso.
Anna Gabriella – estudante de Fisioterapia, Ipameri/GO

About the author

Allan Ribeiro

Minha história com o jornalismo tem uma trajetória que começou a ser escrita aos 11 anos de idade, quando comecei a representar o jornal O Diário da Manhã.
O fiz por gostar de ler e de estar informado. De entregar o jornal passei a enviar notícias da cidade a serem publicadas.
Ao visitar o jornal, em conversar com o senhor Batista Custódio, surgiu a possibilidade de publicar artigos sobre temas específicos. Foi o que fiz, e ver a repercussão só me incentivou.
Deste ponto passei a publicar também no O Popular. Como a volta do Novo Horizonte ao futebol profissional integrei a equipe da Rádio Xavantes, graças a Deus, naquela oportunidade o time subiu para a divisão de elite.

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